quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A Luta de Classes se Acirra no Brasil



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A UJC deve ser protagonista da luta da juventude e da classe trabalhadora contra o capital!!
A Coordenação Nacional da União da Juventude Comunista – Brasil, reunida entre os dias 7 e 9 de setembro em São Paulo, debateu a atual conjuntura nacional, identificando claramente a intensificação da contradição fundamental de nossa sociedade: a relação capital x trabalho. Entendemos que o momento de crescimento da UJC – fruto do acerto da linha política do PCB e da UJC – deve pautar suas ações no enraizamento nos movimentos sociais, sindicais e juvenis.
O recente período de greve de inúmeras categorias de trabalhadores, as diversificadas manifestações estudantis como a do passe livre, por mais espaços de cultura, pela expansão e melhoria da educação pública, pela retirada da PM de diversas universidades, dentre outras, apontam-nos os constantes ataques e perdas de direitos que a classe trabalhadora e a juventude vem sofrendo por parte das forças do capital. Contudo, todas estas ações, precisam ser vinculadas a um projeto de sociedade e de entendimento de mundo que rompa com a essência real do problema, para que sejam potencializadas. Para tanto, a UJC em todo o país, desde os seus núcleos de base, com atuações locais, até ações articuladas nacionalmente, deve apresentar ao conjunto da juventude que as meras reformas das políticas de estado, apesar de importantes aos trabalhadores conjunturalmente, não bastam para a transformação estrutural e concreta da realidade. Como exemplo primordial, e demonstrando o acerto tático da UJC, vem sendo a construção dos núcleos e experiências de luta por uma universidade popular além do GTUP (Grupo de Trabalho Nacional de Universidade Popular) apesar de sua recente articulação, que naturalmente traz problemas de organicidade, vem conquistando corações e mentes para um projeto que ultrapassa a simples reforma da Universidade e aponta concretamente o tipo de Universidade e sociedade que queremos.
Tendo a firmeza ideológica e um longo caminho a trilhar de reencontro da UJC com a juventude, está na ordem do dia a juventude comunista dar um salto de qualidade quanto à organização. Para este salto qualitativo em nossa organização são fundamentais as reuniões periódicas dos núcleos da UJC, que possibilitem a compreensão da conjuntura local e consequentemente uma intervenção qualificada, fortalecendo organicamente nossa militância. Soma-se a este salto, o diálogo constante das Coordenações Estaduais com a Coordenação Nacional no sentido da construção coletiva de nossa organização.
Também reafirmamos nosso compromisso com os povos em luta contra o capitalismo e o imperialismo, manifestamos nossa total solidariedade com o povo Paraguaio, o povo Cubano, as mobilizações sociais na Colômbia e todas as mobilizações que visam a superação do capitalismo tendo em vista a construção de uma sociedade socialista.
Nesse sentido, a Coordenação Nacional da UJC, aprovou algumas tarefas a serem executadas de curto e médio prazo neste final de 2012 e início de 2013, como a regularização do repasse das Coordenações Estaduais à Coordenação Nacional, bem como o acúmulo teórico sobre temas ligados a juventude (drogas, aborto, opressões etc.) e a realização dos Seminários Nacionais sobre o mundo do trabalho, o II Encontro dos Estudantes da UJC e o Acampamento de Formação Política.
O cenário que nos leva a intervenções reais e modifica concretamente a realidade está colocado: cada vez mais os trabalhadores são explorados; o Estado vem retirando os direitos sociais em detrimento da ampliação de incentivos e benesses para a burguesia; e a juventude, além de sentir estes efeitos diretos em suas vidas, vive a mercantilização da educação e a precarização de seus empregos. É nossa tarefa, intervir neste cenário e o transformar, no sentido da alteração concreta da realidade.
JUVENTUDE QUE OUSA LUTAR, CONSTRÓI O PODER POPULAR!!
São Paulo, setembro de 2012.
COORDENAÇÃO NACIONAL DA UJC.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Greve nos correios: Unidade classista compõe a direção nacional da entidade. Bancos também param




Nota à Imprensa - Cerca de 117 mil trabalhadores dos Correios devem entrar em greve nesta quarta-feira

18/09/2012
Um impasse nas negociações da campanha salarial 2012 levarão mais de 84% dos trabalhadores dos Correios a iniciarem uma greve nacional a partir de amanhã (19). Hoje a noite, cerca de 25 sindicatos da categoria farão assembleias que poderão deflagrar a greve. Apenas Bahia, Mato Grosso do Sul, Santos (SP), Santa Maria (RS), Acre, Juiz de Fora (MG), Rio Grande do Norte, e Ribeiro Preto (SP) não farão a deliberação hoje, até então marcada para o próximo dia 25. No entanto, pelo clima de greve, alguns desses sindicatos podem também antecipar suas decisões.

Os trabalhadores em Minas Gerais e no Pará já estão em greve desde a semana passada. A categoria reivindica um aumento de 43,7% e R$ 200 linear, ticket de R$ 35, a contratação imediata de 30 mil trabalhadores, o fim das terceirizações, além de outros pontos para garantia de melhores condições de trabalho.


Outras informações:
Assessoria de Comunicação
Fentect
(61) 3263-2500 / 3349-7357 / 9191-6326 / 8165-6566 / (82) 9992-6430


Bancos param hoje e Correios podem seguir movimento

18/09/2012
Fonte: O Povo
A partir de hoje as agências bancárias estarão fechadas e Correios decide em assembleia se para atividades
Os bancários de todo o País entram em greve a partir de hoje. No Ceará, a adesão da categoria é total e abrange tanto bancos privados como públicos.
Em nota, o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, afirmou que a Fenaban ignorou o prazo oferecido pelo movimento para apresentar uma proposta decente às reivindicações da categoria até as assembleias de ontem 17. Por isso, os bancários de todo o país entram em greve por tempo indeterminado.
E nesta terça-feira (18) será a vez dos funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) decidirem se também cruzam os braços. A paralisação começaria, então, a partir da zero hora desta quarta-feira (19).
Segundo Ribamar Pacheco, diretor do Sindicato dos Bancários do Estado do Ceará, a adesão da categoria no Estado foi total e em algumas agências estão programadas manifestações. Carlos Eduardo Bezerra, presidente do sindicato, diz que algumas agências funcionarão como pontos de apoio ao movimento. “A agência da Caixa Econômica, situada na Praça do Ferreira, será um desses pontos”, admite.

Bancários e Correios
Bezerra também confirmou a informação de que os bancários estão dispostos a apoiar a greve dos Correios. Se a greve for confirmada nas assembleias da categoria em todo o país, já a partir de quinta-feira, os dois sindicatos realizarão atividades conjuntas no Centro da cidade. “É uma sugestão do Sindicato dos Bancários”, afirma.
O POVO tentou entrar em contato com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios, Liduína Félix (Lourdinha), mas até o fechamento desta edição não foi possível obter detalhes sobre a assembleia no Ceará.

Bancos
Carlos Eduardo Bezerra afirma que os caixas eletrônicos dos bancos estão abastecidos, um procedimento que vem sendo adotado pelos bancos em greves anteriores, de modo que a população poderá pagar suas contas nas agências. Os correspondentes bancários e as lotéricas também estarão recebendo os pagamentos da população.
Por decisão unânime, a mobilização no Ceará envolverá aproximadamente 10 mil bancários distribuídos por 480 agências (280 somente em Fortaleza) de 156 bancos. (Rebecca Fontes)

Por quê
ENTENDA A NOTÍCIA
Os bancários de todo o país entram em greve por tempo indeterminado a partir de hoje (18/9), por 5% de aumento real, valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos, fim da rotatividade, melhores condições de saúde e trabalho e mais segurança nas agências.

Principais reivindicações:
Reajuste salarial de 10,25% (aumento real de 5%).
Piso salarial de R$ 2.416,38.
PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos.
Plano de Cargos e Salários para todos os bancários.
Elevação para R$ 622 os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, além da criação do 13º auxílio-refeição.
Mais contratações, proteção contra demissões imotivadas e fim da rotatividade.
Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral.

EUA: greve une 25 mil professores por valorização


Cerca de 350 mil alunos de Chicago, do ensino público fundamental e médio, estão sem aulas desde a última segunda feira (10) devido à greve dos professores, a primeira na cidade em 25 anos. Chicago é a terceira maior cidade dos EUA e o presidente da câmara é Rahm Emanuel, um democrata que foi o primeiro chefe de gabinete do presidente Obama.


Os docentes reivindicam aumento de salários, um sistema de avaliação que os respeite e garantias contra demissões, já que pairam ameaças de fechamento de cerca de 100 escolas. As negociações entre a Chicago Public Schools (Escolas Públicas de Chicago) e o Chicago Teachers Union (o sindicato dos professores da cidade) prosseguiam na última sexta-feira, sem que tivesse sido concluído um acordo. A câmara já terá cedido um aumento de 16% em quatro anos, mas ainda restariam outras questões a resolver.
Se a direção sindical chegar a acordo, ainda será necessário, porém, levar a decisão à ratificação dos 25 mil docentes do sindicato. Nesta segunda-feira (17), milhares de professores vestidos de vermelho manifestaram-se no centro da cidade. Esta é também a primeira greve de professores numa grande cidade dos Estados Unidos desde há seis anos.
Grupos de trabalhadores e professores de outras cidades manifestaram apoio aos grevistas, sugerindo que o conflito em Chicago é somente um passo de uma grande luta nacional em torno das remunerações, condições de trabalho, benefícios sociais e estabilidade.
“Os professores sentem-se total e completamente desrespeitados”, disse Randi Weingarten, presidente da Federação Americana de Professores, ao “The New York Times”. A Federação culpa o presidente da câmara de aplicar um agressivo plano de ampliação da jornada escolar, com adiamento do prometido aumento salarial. “Ele plantou as sementes de uma grande frustração e descrédito”, disse a professora.
Apesar de se temer que a oposição aproveitasse a greve durante a campanha eleitoral para atacar Obama, os republicanos optaram por atacar a greve. O candidato republicano Mitt Romney divulgou uma declaração em que manifesta decepção com os professores e afirma que “os sindicatos têm demonstrado o quanto os seus interesses se chocam com os das nossas crianças”.
Fonte: Esquerda.net

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O direito de greve é de todos os trabalhadores. Não à repressão!



imagemCrédito: PCB
(Nota Política do PCB)
O Governo deverá enviar ao Congresso, provavelmente ainda no mês de outubro, um projeto para “regulamentar” o direito de greve dos servidores públicos. Entre as principais motivações alegadas, estão a necessidade de garantia das chamadas “atividades essenciais” (que não poderiam ser paralisadas, em nenhuma condição) e a restrição às “operações – padrão” em que os servidores exercem as atividades rigorosamente conforme as determinações exigidas, sem deixar de fazer nenhum procedimento previsto e fazendo a divulgação, para o público, de suas reivindicações. A versão inicial, anunciada  pelo governo, fala em exigência de manutenção de atividades na ordem de 50 a 80%, dependendo do setor, entre outras restrições em caso de greve.
Com apoio da grande mídia, o governo e as representações da burguesia combatem ferozmente as greves de servidores, seja com a omissão de sua existência nos noticiários, seja com a ampla divulgação dos “transtornos” causados pelos movimentos, como os engarrafamentos nas estradas, as filas nos aeroportos os alunos sem aulas. A mídia fala muito, também, dos “altos salários” (inexistentes, na grande maioria das carreiras) e dos “privilégios” dos servidores, como o instituto da estabilidade.
O Governo envia este projeto num momento em que muitas greves vêm sendo deflagradas no serviço público: professores e servidores técnico-administrativos das universidades e institutos tecnológicos federais, policiais rodoviários, policiais federais e outras categorias entraram massivamente em greve, após muitos meses de tentativas frustradas de negociar reajustes salariais para fazer frente às perdas geradas pela inflação dos últimos anos e para a reestruturação das respectivas carreiras.
Com o alastramento do movimento por um número cada vez maior de categorias, nem mesmo os sindicatos e as centrais sindicais que haviam sido cooptadas pelo bloco de poder burguês instalado no Brasil – com a oferta de cargos diversos e outras benesses  para as suas lideranças – conseguiram conter a insatisfação de suas bases. O governo, mesmo abrindo alguns processos de negociação, lançou mão de ameaças de corte de ponto e de diversos outros tipos de intimidação. É bom lembrar que a negociação sobre a reposição dos dias parados é parte de qualquer processo de enfrentamento entre trabalhadores e patrões, estes, no caso em questão, representados pelo Estado. Os professores das universidades federais que saíram  da greve reporão as aulas não dadas ao longo da paralisação.
A esse enfrentamento com os servidores, somam-se, para o governo, desgastes como o baixo crescimento da economia, o baixo desempenho eleitoral do PT e dos demais partidos aliados, os efeitos do desmonte da saúde e da previdência públicas, das péssimas condições de vida, dos empregos precarizados e mal-remunerados que formam, hoje, o quadro dominante para a maioria dos trabalhadores.
O direito de sindicalização dos servidores públicos foi conquistado na constituição de 1988, assim como o direito à greve. Foi uma conquista importante, possibilitada pelo acúmulo de forças das grandes mobilizações e lutas que, forjadas no enfrentamento da ditadura, da carestia e das precárias condições de vida e trabalho que predominavam para a maioria dos trabalhadores, culminaram em conquistas importantes para a maioria da população brasileira no texto constitucional aprovado na Assembléia Constituinte (esta própria um resultado da luta popular). A Organização Internacional do Trabalho, em sua Convenção 151, ratificada pelo Brasil, prevê a negociação coletiva e a fixação de data base para as categorias de servidores públicos.
A estabilidade do corpo de funcionários que trabalham para o Estado foi instituída, há muito tempo, como uma garantia para o próprio Estado. É uma salvaguarda para que, com as trocas de governo, não se promova uma troca de pessoal por motivação político-partidária, para que esse corpo de trabalhadores, contratado após a realização de concursos públicos,  possa servir à população, levar até ela os serviços a que tem direito, e daí vem o nome de servidor.
Cercear o direito de greve dos servidores é uma ação que transcende o plano conjuntural, é parte de um projeto maior de dominação burguesa, que, dadas as condições em que o capitalismo opera hoje, precisa aumentar a taxa de exploração do trabalho para garantir sua sobrevivência. É um direito que vem sendo minado, na prática, pelos governos Collor, FHC, Lula e agora Dilma, com a terceirização de serviços do Estado, a redução de salários e a retirada da data-base para a negociação dos reajustes salariais do funcionalismo, feita sob a alegação de que era preciso “não realimentar a inflação”.
A luta de classes se dá em todas as esferas. No que diz respeito ao Estado e seu papel, é preciso não apenas resistir à destruição da parte do Estado que se volta para o atendimento das necessidades da maioria da população como também fortalecê-lo e transformá-lo, torná-lo cada vez mais passível de controle pelos trabalhadores até a sua transformação – como parte de uma luta maior contra o sistema capitalista – em outro Estado, um Estado da classe trabalhadora, um Estado socialista.
É preciso esclarecer a população que o prejuízo maior não é pela falta de aulas que ocorre durante as greves de professores ou de atendimento de saúde que ocorre durante as greves de profissionais de saúde, mas sim pela falta de escolas, de hospitais, de universidades para todos, com pessoal qualificado e bem pago, com alta qualidade. Defender o direito de greve dos servidores públicos é defender o direito da população lutar pelos seus direitos.
Nesse sentido, os movimentos de servidores devem buscar o diálogo com a população, buscar seu apoio militante, incorporar em suas ações a defesa da universalização do acesso à escola, à saúde, à previdência, à moradia, ao direito e à estabilidade de emprego. Devem somar forças com as categorias em luta no setor privado.
O Governo teme o poder dos movimentos de servidores por conta desse imenso potencial de luta e persuasão, que sempre exerceu, mesmo antes da conquista do direito de greve, em 1988. O momento exige mais ação de todos os servidores públicos, de toda a classe trabalhadora, para barrar essa nova ameaça ao direito fundamental de todos os trabalhadores de lutar por seus direitos.
Nenhum direito a menos!!!!
Comissão Política Nacional
Partido Comunista Brasileiro

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

ASSASSINADO EMBAIXADOR DOS EUA NA LÍBIA



imagemCrédito: 3.bp.blogspot
Tripoli  -  Nesta quarta-feira o regime líbio anunciou que  o embaixador dos EUA na Líbia foi morto juntamente com três funcionários do Consulado dos EUA em Benghazi durante um ataque a esta missão diplomática.
O Ministério do Interior disse que o Embaixador dos EUA J.Christopher Stevens e outros três funcionários foram assassinados quando uma multidão indignada atacou o consulado americano em Benghazi em protesto por um filme considerado ofensivo ao Profeta Muhammad (PB),  produzido por extremistas coptos residentes nos Estados Unidos e dirigido por um israelense.
"O embaixador foi morto juntamente com três outros funcionários," disse Wanis Al - Sharif, vice-ministro do interior.
De acordo com o jornal britânico The Guardian o embaixador e outros funcionários não morreram no Consulado, mas durante um ataque contra o carro em que viajavam, após deixar a Embaixada durante o ataque  em busca de um lugar seguro.
"Um funcionário disse que o embaixador e os outros três membros da equipe foram mortos quando homens armados dispararam contra o veículo".
EEUU  está “desconsolado”
Pouco tempo depois, a Secretária de estado norteamericano, Hillary Clinton, afirmou que Estados Unidos estava desconsolado após a confirmação da morte de um membro do Departamento de Estado durante  o ataque ao Consulado.
"Estamos de luto por esta terrível perda," disse Clinton em um comunicado, acrescentando que Washington estava trabalhando com os países do mundo para proteger suas missões diplomáticas após os acontecimentos na Líbia e no Cairo
http://somostodospalestinos.blogspot.com.br/2012/09/assassinado-embaixador-dos-eua-na-libia.html

Diretoria pelega do STAP dá um golpe no processo eleitoral do sindicato

Segue relato de um servidor: "Atenção Servidores da Prefeitura Saae e Proguaru: Golpe Da Força Sindical A Diretoria do Sindicato {Stap} Divulgou o Edital da Eleição do Sindicato num Jornal que não tem circulação em Guarulhos. Meus companheiros Servidores essa pratica é feita pela Força Sindical e feita para que outras chapas não façam suas inscrição e não possam participar do pleito que será segundo os Diretores do Stap dias 13/e14/setembro na qual eles serão chapa única. 
Isso é papel de quem não esta seguro de vencer caso outra chapa participe do pleito, assim golpeam os trabalhadores e mostram o rabo preso com  prefeitura.
Meus companheiros, nós Servidores - sócios ou não - temos que protestar contra esse Golpe da força sindical contra os Servidores da Prefeitura Saae e Proguaru."


Nós, da unidade classista repudiamos firmemente esse golpe. Os trabalhadores devem se organizar para anular essa eleição de fachada.

Fora traidores do sindicato!
Fora Força Sindical!
Fora pelegada!

Manifestantes Egípcios rasgam e queimam a bandeira dos EUA



imagemCrédito:Almanar.com.lb
Manifestantes egípcios escalaram os muros da Embaixada dos EUA no Cairo, nesta terça-feira , e retiraram a bandeira dos EUA de frente da embaixada durante um protesto contra um filme produzido nos Estados Unidos que insulta o Profeta Maomé.
Uma vez que a bandeira americana foi retirada, os manifestantes a rasgaram em pedaços pequenos diante das câmeras de televisão. Em seguida, a bandeira foi queimada.
"Este filme deve ser banido imediatamente e deve ser apresentado um pedido de desculpas..." "Isso é uma vergonha", disse o jovem Ismail Mahmud. Houve, também manifestações exigindo que  o presidente egípcio, Mohammed Mursi, o primeiro presidente  civil egípcio e islâmico, para tomar uma atitude com relação ao fato.
Mais de 20 pessoas estavam em pé sobre o muro da Embaixada, o local em torno reunia, neste momento, milhares de pessoas que participavam da manifestação.
O responsável da Embaixada dos EUA não fez nenhum comentário sobre as ações dos manifestantes, mas a delegação diplomática publicou uma Declaração condenando aqueles que ferem os sentimentos religiosos dos muçulmanos ou  aos seguidores de qualquer outra religião.
Manifestantes pintaram um  slogan  nas paredes da Embaixada, que tem uma estrutura de uma fortaleza e encontra-se perto da Praça de Tahrir, onde os egípcios se rebelaram contra Mubarak, expressava o seguinte: "Se sua liberdade de expressão não tem limites, nossa liberdade de ação, tampouco terá".

Conferência de imprensa das FARC em Havana: Deem uma oportunidade à paz na Colômbia (+Vídeos e Fotos)



imagemCrédito: Cubadebate*
06 SETEMBRO 2012
Os representantes da imprensa colombiana e estrangeira que cobrem com a devida objetividade oprocesso de diálogo entre a guerrilha e o governo, que começou no dia 08 de outubro em Oslo, naNoruega. Anunciam a decisão de incorporar à mesa de diálogo Simón Trinidad, atualmente presonos EUA. Confirmam enfaticamente o fim dos sequestros e negam ter retenções desse carácter.Asseguram que não há o menor resquício de divisão nas forças insurgentes em relação com asnegociações de paz.
“Deem uma oportunidade à paz na Colômbia”, disse Ricardo Téllez. Apelava à imprensacolombiana e estrangeira que, respondendo à convocatória da guerrilha mais antiga da América,se apresentou no dia 06 de setembro às 10 da manhã na sala do Palácio de Convenções deHavana, capital de um dos três países -junto a Venezuela e Noruega- que facilitaram o árduocaminho até a Mesa de Diálogo.
Parafraseando John Lennon, o guerrilheiro demandava “informar com a devida objetividade”, em ”um esforço desde dentro e desde fora” para que não fracasse a Mesa.
Sob o título “A paz é a mais nobre bandeira do povo colombiano”, a conferência abriu com a Declaração Política, em um vídeo gravado de Timoleón Jiménez, Chefe do Estado Maior Centraldas FARC-EP. Segundo o documento, se passaram “seis meses de francos intercâmbios paraculminar o índice de temas sobre o que versaram as conversações de paz”. Justo um mês maistarde, no próximo dia 8 de outubro, se abrirá a Mesa em Oslo, Noruega, segundo confirmouMauricio Jaramillo.
Em síntese, o documento expressa que “a desejada solução política pela qual clamam milhões de colombianos nas quatro esquinas do país, regressa a primeira ordem da vida nacional”, define “a saída política da confrontação” como a bandeira do povo colombiano e invoca a ativa participação da nação neste novo processo “que deve culminar com uma nova Colômbia, justa e democrática”.
No que definiu como um “primeiro passo para a reconciliação” e respondendo a quem o viu como um ato de “rendição e entrega”, a Declaração aclara que “se equivocam por completo quem tenta ler debilidade em nosso incansável acionar pela paz. Nosso otimismo é grande e aponta para que toda a nação se ponha de pé para impedir que se feche esta porta”.
Os representantes da FARC-EP, também pediram aos jornalistas para não entrar em suposições nem especulações, logo que um deles indagara o que passaria se na situação de guerra vigente, perdesse a vida o Chefe do Estado Maior. “Estamos em uma guerra, conscientes da necessidade de terminá-la”. E ainda que logo informaram que não pediram uma zona de cessar fogo no encontro exploratório, insistiram que: “estamos aqui para falar de paz, não de guerra.”
Ao dar os nomes de Iván Márquez, membro do Secretariado, e de Jesus Santrich, membro do Estado Maior Central, como negociadores, também deram sua opinião sobre a integração da representação do governo, reconhecendo que “há um esforço por dar-lhe nível” e que as nomeações se apegam ao acordo, assim como a possibilidade de ampliar a lista com militares da ativa.
O anúncio de que Simón Trinidad é um dos membros da Mesa por parte das FARC, gerou mais de uma interrogação acerca de como participaria, tomando em consideração que logo após ser extraditado para os Estados Unidos, permanece preso nesse país. Calarcá o definiu como “um símbolo da dignidade dos lutadores populares”, “condenado por ser das FARC” e que “estará na Mesa de Diálogo, independentemente dos transtornos que isso possa causar”.
Interrogados sobre as garantias que tem os guerrilheiros de que se cumprirão os acordos após a possível desmobilização e desarme dessa força, a resposta foi que “a garantia é a vontade política do governo… O governo declarou que está com disposição de fazer mudanças estruturais e nós temos a vontade política para alcançá-los…”
Sequestro, narcotráfico, terra
A pergunta de um colega colombiano sobre um sequestrado que segundo os meios está em poder das FARC e pelo qual pedem somas milionárias, Ricardo Téllez disse que na Colômbia sequestram forças de Segurança, paramilitares e delinquentes comuns e todos os sequestros se imputam às FARC, e chegaram a dizer que havia 2.900 sequestrados e em uma contagem força por força da guerrilha se confirmou que isso não era verdade.
Sobre a mais recente acusação disse que se tratava de francoatiradores do processo e enfatizou “podemos garantir neste momento que nenhuma frente nossa está fazendo isso. Não é política das FARC desde a diretriz de Alfonso Cano”.
Sobre o tema do narcotráfico, Calarcá disse que essa era “a bandeira política dos Estados Unidos e seus aliados contra os que as eles se opõe. Recordou que desde 1993 na proposta de diálogo das FARC está o tema para sua discussão e que durante os diálogos de San Vicente del Caguán, eles propiciaram um debate internacional a respeito.
“O narcotráfico é um negócio inerente a um capitalismo decomposto, como o que se construiu naColômbia” e reiterou a importância de resolver o problema da pobreza no campo e outros malesassociados para que os habitantes das zonas rurais possam viver dignamente sem necessidadede acudir aos chamados “ilícitos”.
Nesse ponto se retomou a necessidade da Reforma Agraria, que segundo Jaramillo é um tema muito difícil pelas características da Colômbia, onde se necessita, não uma, mas cinco reformas agrárias, tantas como regiões tem o país. “Investiguem”, sugeriu, porém alertou que “está situação é bastante complicada”.
POSIÇÕES FRENTE AO DIÁLOGO
Respondendo a perguntas de jornalistas colombianos sobre a posição das distintas frentes das FARC perante o acordo e sobre as declarações de adversários da guerrilha sobre a legitimidade do diálogo, Téllez foi enfático ao afirmar que “não há divisão a respeito do processo para a paz. Estamos totalmente unificados em torno desse processo”.
Por sua parte, Jaramillo se referiu a “personagens, francoatiradores do processo” que criaram desde seus gabinetes mecanismos de assassinos, paramilitares e agora apontassem como os da última palavra em democracia. “O país está à espera de que estes personagens sejam julgados, que sejam levados às Cortes e paguem pelos seus crimes…” disse e o comparou com Pinochet no Chile, Videla na Argentina, entre outros.
“Entendemos que a solução está em resolver as causas sociais e políticas da confrontação. Não háum plano específico das FARC, só que se possa chegar a viver em paz e que se façam as mudanças estruturais que se necessitam”, havia respondido Calarcá a uma pergunta sobre aspropostas que levariam a guerrilha às condições de incorporação à vida política do país.
Quanto ao tempo que poderia demorar um acordo para a paz, as FARC consideram que foi um erro do passado que não pode se repetir, especificar prazos e precisaram que há contato permanente com o governo de Santos, qualificando o momento como “uma nova etapa”.
“Temos dito que nos sentamos. Trataremos de agilizar tudo, se o governo crê que pode fazerreformas, pode agilizar. A vida é mais rica que qualquer cronograma. O importante é que se possair mostrando resultados positivos. Sobre eleições ou reeleições não queremos falar, nosconcentraremos na paz. Foi um erro do passado não dar a importância devida à paz e permitir quea guerra se reimpusera. Todas as experiências anteriores nos confirmaram que a paz é ocaminho…”, concluiu.
*O comandante das FARC, Mauricio Jaramillo, e outros integrantes da guerrilha colombiana, oferecem uma coletiva de imprensa em Havana. Foto: Ismael Francisco/Cubadebate.
Tradução: PCB – PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO

O assassinato de um cantor popular



imagemCrédito: 3.bp.blogspot
Do Diário da Classe
Víctor Jara – 28.09.1932 – 15.09.1973
Grande cantor popular chileno, ele foi cruelmente assassinado nos primeiros dias da ditadura instaurada pelos militares liderados por Augusto Pinochet em 1973. O crime aconteceu no Estádio Nacional que servia de prisão para milhares de militantes. O relato chocante abaixo, que mostra a barbaridade do assassinato, foi retirado de No Olho do Furacão, do jornalista brasileiro Paulo Cannabrava, a partir de relatos de quem esteve lá.
“Em um dado momento, Victor desceu para a platéia e se aproximou de uma das portas por onde entravam os detidos. Ali topou – cara a cara – com o comandante do campo de prisioneiros que o olhou fixamente e fez o gesto mimico de quem toca violão. Victor assentiu com a cabeça, sorrindo com tristeza e ingenuidade. O militar sorriu, contente com sua descoberta..
Levaram Victor até à mesa e ordenaram que pusesse suas mãos em cima dela. Rapidamente surgiu um facão. Com um só golpe cortaram seus dedos da mão esquerda e, com outro, os da mão direita. Os dedos cairam no chão de madeira, ainda se mexendo, enquanto o corpo de Victor se movia pesadamente.
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Depois choveram sobre ele golpes, pontapés e os gritos: ‘canta agora… canta…’, a fúria desencadeada e os insultos soezes do verdugo ante um ‘alarido coletivo’ dos detidos.
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De improviso, Victor se levantou trabalhosamente e, com o olhar perdido, dirigiu-se às galerias do estádio… fez-se um silêncio profundo. E então gritou:
- Vamos lá, companheiros, vamos fazer a vontade do senhor comandante.
Firmou-se por alguns instantes e depois, levantando suas mãos ensanguentadas, começou a cantar em voz ansiosa o hino da Unidade Popular (Coligação de partidos de esquerda que apoiavam o governo de Allende), a que todos fizeram coro.
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Aquele espetáculo era demasiado para os militares. Soou uma rajada e o corpo de Victor começou a se dobrar para a frente, como se fizesse uma longa e lenta reverência a seus companheiros. Depois caiu de lado e ficou ali estendido.”
Vídeos:

PCV: Ataque a nossa página na internet não calará a voz revolucionária das e dos comunistas



imagemCrédito: PCV
4 de setembro de 2012
Caracas, 4 set. 2012, Tribuna Popular TP.- O Birô Político do Partido Comunista da Venezuela (PCV) repudiou energicamente o ataque realizado, na tarde do domingo passado, à página na internet do Tribuna Popular e do PCV por parte de um hacker da ultradireita, assinalando que este ataque «Não calará a voz revolucionária das e dos comunistas».
Assim expressou Carlos Aquino, membro do Birô Político e Diretor do Tribuna Popular, ao informar que «Não surpreende que a firme posição do PCV, em toda sua história e ao longo destes 14 anos, gere ataques de diferentes origens e setores através de meios diversos».
Os fatos ocorreram na tarde de domingo, 2 de setembro, ao término da simulação eleitoral realizada pelo CNE. A página www.pcv-venezuela.org foi hakeada por um terrorista digital que se identificou através do twitter como @KmaleonTricolor.
O hacker, numa ação desesperada de terrorismo eletrônico, sabotou o portal na internet do Tribuna Popular (órgão de imprensa do Comitê Central do PCV), pretendendo destruir o conteúdo, substituindo-o com uma mensagem contrarrevolucionária e deixando sua assinatura, a qual agregou a palavra expropriado!
«Entendemos claramente que a intenção de alguns setores é calar o que é e continuará sendo uma voz revolucionária, classista, autônoma, crítica e propositiva; que é o que representa o Partido Comunista da Venezuela», destacou Aquino.
O PCV ratificou que continuará na luta junto da classe operária e do povo trabalhador. «Não será através destes ataques contra o Partido Comunista que se alcançará o silêncio de nossa voz, que é necessária e imprescindível para o aprofundamento revolucionário para a vitória contundente e popular que se expressará pelo Presidente Chávez em 7 de outubro na “Tarjeta del Gallo Rojo”», enfatizou o dirigente.
Tradução: Partido Comunista Brasileiro (PCB)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

14 anos: Organizações de todo o mundo preparam manifestações para pedir liberdade dos Cinco



imagemCrédito: Solidários
Natasha Pitts*
Na próxima quarta-feira (12), organizações e movimentos de vários países vão realizar atos e manifestações para lembrar os 14 anos de prisão dos Cinco Cubanos detidos desde 1998 nos Estados Unidos. As atividades em apoio à causa dos antiterroristas vão acontecer até o dia 31 de outubro. Até este dia, serão realizadas passeatas, palestras, exposições fotográficas, projeção de filmes, ações culturais, manifestações em frente às embaixadas dos Estados Unidos, entre outras.
Na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Peru, Porto Rico, México e Venezuela as entidades organizadoras das manifestações solidárias planejam soltar cinco pombas durante as cinco marchas e concentrações que serão realizadas.
Na Bolívia, a programação de quarta-feira será uma marcha seguida por plantão em frente à embaixada dos Estados Unidos. Na ocasião, os/as manifestantes vão entregar uma declaração às autoridades da embaixada. A atividade acontecerá das 11h às 13h. À noite, será realizada uma mesa redonda na Universidade Maior de San Andrés com a participação de membros da Embaixada de Cuba na Bolívia. Os interessados apoiar a atividade, enviar sugestões, trocar informações ou manter contato pode escrever paraboliviaporloscinco@yahoo.es .
Também nos Estados Unidos acontece manifestação no dia 12. Além de uma conferência de imprensa e uma ação em frente ao Departamento de Justiça, em Washington DC, será realizada uma apresentação na Escola de Leis de Howard, com um dos advogados da equipe de defesa dos Cinco, Leonard Weinglasss.
No Canadá, Toronto Forum on Cuba fará a projeção do filme "Posada Carriles, Terrorismo Made In USA”. Na sequência, haverá um debate em que se analisará a prisão injusta dos Cinco Cubanos enquanto Posada Carriles - acusado de ser o mentor do atentado ao vôo 455 que matou 73 passageiros – anda livre pelas ruas de Miami. Mais informações sobre a atividade:www.torontoforumoncuba.tyo.ca.
Em Buenos Aires, Argentina, às 17h15h, serão libertadas cinco pombas pelos Cinco na Praça Itália. Em seguida, manifestantes se concentrarão e às 19h sairão em marcha da Praça até a embaixada dos EUA. A manifestação foi organizada pelo Movimento Argentino de Solidariedade com Cuba (Mascuba) e recebeu a adesão de mais de 10 organizações sociais, agrárias, universitária, empresariais, entre outras. Ao chegar à embaixada, será entregue petição e realizado um ato político-cultural.
No Brasil, onde surgiu a ideia de libertar as cinco pombas pelos Cinco, acontecerá na cidade do Rio de Janeiro uma mobilização em frente ao Consulado dos Estados Unidos, aonde será lida a ‘Carta Aberta ao Povo dos EUA’. Os/as manifestantes vão estar munidos de cartazes e panfletos para explicar para as pessoas a história dos Cinco Cubanos.
Na Grande São Paulo as atividades foram antecipadas e a Municipal de Diadema realizou uma audiência pública especial pelos Cinco. Na ocasião foi aprovada a ‘Carta de Diadema’, que exige a libertação de Antonio Guerrero, Fernando González, Gerardo Hernández, René González e Ramón Labañino. O documento será enviado à embaixada dos EUA no Brasil (em Brasília), ao consulado em São Paulo, ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil e ao Congresso estadunidense.
Representando a África, Guiné Bissau também preparou uma ação para marcar os 14 anos de prisão dos Cinco e pedir sua liberdade. Membros de cinco organizações solidárias assinaram uma carta de apoio à libertação dos lutadores cubanos
Também no Líbano (Ásia Ocidental) os pedidos de liberdade aos cubanos serão ouvidos. Hoje pela manhã aconteceram atividades no marco da Jornada Mundial de Solidariedade com os Cinco, realizada pelos Comitês de Solidariedade Libaneses. A emissora ‘A voz do povo’ transmitiu um painel com a participação de Hassan Jounie, professor da Universidade Árabe Libanesa, especialista em Diretos Humanos; Ghania Mehdi, secretária de Relaciones Internacionais da Liga de Mulheres Libanesas; e um ex-preso libanês que esteve detido por 17 anos.
Até o dia 31 de outubro as ações terão continuidade em diversos países como Cazaquistão (Ásia Central), Inglaterra, Bélgica, Colômbia, Porto Rico, Peru, Chile, Espanha e Itália. Com participação mais intensa dos países da América Latina.
*Jornalista da Adital
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&lang=PT&cod=70345

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Convocado o Primeiro Congresso da Unidade Classista!



imagemCrédito: UC
A corrente sindical Unidade Classista promoverá seu primeiro congresso nacional nos dias 17 e 18 de novembro, no Rio de Janeiro. A convocação do evento reforça decisão do último pleno do Comitê Central do PCB, de concentrar esforços na maior organicidade da UC, que desde junho trabalha de forma autônoma no movimento sindical.
Antes inserida organicamente em uma das duas organizações intersindicais que atuam no país, a Unidade Classista passa a ter independência política em sua prática diária e em seu projeto de reunificação dos setores classistas e combativos que militam no movimento sindical.
Afinal de contas, desde os anos 90 o avanço do neoliberalismo fez com que muitos segmentos do movimento sindical abandonassem a luta pelo fim da exploração do homem pelo homem e passassem a lutar por compensações. Alguns setores chegaram a se render completamente ao capital, funcionando como sócios minoritários deste, através dos fundos de pensão. A CUT, apesar de sua origem combativa, é hoje o principal exemplo desta realidade.
A Unidade Classista é uma corrente sindical, não uma central sindical. A Unidade Classista pretende contribuir para reconstruir uma organização sindical nacional de cunho classista, que atue em conjunto com outros movimentos sociais organizados para enfrentar o desemprego, os baixos salários, a precarização das relações de trabalho, lutar pela retomada os direitos sociais que foram retirados da classe trabalhadora e deixar claro que, no capitalismo, não há solução para os problemas da maioria da população, para a classe trabalhadora.
Para os comunistas do PCB que atuam no movimento sindical, é urgente formar uma frente de forças políticas e sociais, anticapitalista e antiimperialista, que leve adiante a luta pela revolução socialista no Brasil. É com este espírito que se realizará o I Congresso Nacional da Unidade Classista, poucos anos após a criação da corrente. Desde 2005, os sindicalistas comunistas do PCB, e aqueles que se identificam com as orientações do Partido no movimento sindical, formalizaram a corrente sindical Unidade Classista.
Nas últimas semanas, já como resultado do esforço de organização da corrente, reativou-se o Blog da Unidade Classista (csunidadeclassista.blogspot.com.br) com atualização diária. Agora, a tarefa é construir um congresso que aponte para a organicidade da UC e estabeleça seu plano de ação. Eis o temário do evento:
- Estatuto e Carta de Princípios da Unidade Classista;
- Declaração Política do Primeiro Congresso;
- Plano de Ação;
- Eleição da Diretoria e organização da corrente nos Estados.

Nota do PCB em Guarulhos e da UJC sobre a renúncia do Diretor do Campus Guarulhos da Unifesp

O diretor do campus de Guarulhos da Unifesp, Marcos Cesar de Freitas, renunciou ao cargo após cinco meses de greve, que tinha como reivindicação a saída do diretor. O movimento estudantil passou a exigir a saída do diretor acadêmico após a chamada da polícia militar em 14 de junho para reprimir manifestação do movimento grevista. Esse tentou negar que chamou polícia para reprimir a manifestação.No entanto, a declaração foi desmentida pela grande mídia quando publicou o áudio com a voz de Marcos Cesar chamando a polícia para prender os estudantes, e disse ainda que existia um convênio da polícia Federal com o batalhão da PM perto da unidade. Esse convênio até o momento não foi explicado para a comunidade universitária. O chamado resultou na prisão de 26 estudantes, o diretor fechou o campus por duas semanas e reforçou a segurança.


Esses fatos demonstram a incompetência administrativa da direção da Unifesp, que mantém condições insuportáveis de funcionamento pleno das atividades acadêmicas, como a falta de salas de aula, as péssimas condições do R.U e as  condições de transporte, o que culminou num processo de greve estudantil, de professores e funcionários que durou 5 meses. O diretor, nessa situação, mostrou que não consegue resolver conflitos políticos através da política, mas sim da repressão policial.

Isso está somado ao uso oportunista de aparelhos não democráticos de debates e deliberações, como é a congregação do campus, como ferramenta para tentar frear o avanço do movimento grevista, através da abertura de sindicâncias e da criação de falsas formas de conciliação de conflitos, o que na verdade pode ser caracterizado como uma forma de murchar a greve estudantil.

Não temos ilusões de que a próxima direção será perfeita, ou mesmo boa, pois temos consciência de que os órgão de deliberação, não sendo paritários, são antidemocráticos e não conseguem abranger os interesses de toda a comunidade acadêmica efetivamente. Assim, afirmamos que a queda do Diretor do Campus Guarulhos é resultado de incompetência administrativa, repressão ao movimento grevista, e de muita mobilização pela sua saída.

O PCB e a UJC se mantiveram firmes durante o processo de greve, buscando construir o processo da forma mais ampla possível. E foi proposta da UJC na Unifesp Guarulhos a construção de uma campanha política que defenda paridade nas instâncias deliberativas da universidade e repudie a repressão contra o movimento estudantil, tudo compactado em apenas uma palavra de ordem: Fora Marcos Cesar!  

Algumas reflexões do Comandante Camarada Fidel Castro


Nicolás Guillén
Saúde, Guevara!
Ou ainda melhor desde o recôndito das terras americanas
Espera-nos. Partiremos contigo. Queremos
morrer para viver como tu morreste,
para viver como tu vives
Che Comandante, amigo.
Belos versos finais do Poeta Nacional.
Fidel Castro Ruz
16 de junho de 2012

Deng Xiaoping


Presumia de homem sábio e, sem dúvida, o era. Mas cometeu um pequeno erro.
“Cuba tem que ser castigada”, disse num dia qualquer. Nosso país jamais pronunciou sequer seu nome.
Foi uma ofensa absolutamente gratuita.
Fidel Castro Ruz
14 de Junho de 2012